Inovação precisa considerar diversidade

Inteligências Artificiais auxiliam diagnóstico e desenho de políticas públicas

Para desenhar políticas públicas, é fundamental levar em conta as diferenças sociais, raciais e culturais brasileiras. Marcadores específicos precisam estar contemplados em relatórios e pesquisas científicas e também na área da inteligência artificial (IA), espaços onde essa diversidade deve ser usada a favor do conhecimento.

Painel. Especialistas debateram os desafios de inovar em saúde em um país diverso e desigual como o Brasil. À dir., Alexandre Chiavegatto Filho
Foto: Felipe Rau/Estadão

Para especialistas em tecnologia, por exemplo, nada melhor do que um país diverso como o Brasil para ensinar os computadores a entender como problemas de saúde podem afetar diferentes populações. No Laboratório de Big Data e Análise Preditiva em Saúde (Labdaps) da Universidade de São Paulo (USP), uma equipe de oito pesquisadores liderados pelo professor Alexandre Chiavegatto Filho cria algoritmos que conseguem diagnosticar pacientes, antecipar desfechos e indicar tratamentos e ações médicas, valendo-se do aprendizado de máquina.

“Trabalhamos com dados públicos do Sistema Único de Saúde e também com informações fornecidas por hospitais, a partir de pesquisas feitas por eles”, explica Chiavegatto Filho.

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