Summit discutirá empatia médica em tempos tecnológicos

Para especialistas, uma prática com foco no paciente nunca poderá substituir um olhar atento do profissional

Falar em empatia em um mundo tecnológico tornou-se ainda mais importante. O avanço tecnológico trouxe benefícios inegáveis para a Medicina: hoje muitas doenças são passíveis de cura ou são controladas graças a esse avanço. Mas, para Graziela Moreto, diretora de programas educacionais da Sobramfa – Educação Médica & Humanismo, que capacita médicos a praticar Medicina com foco no paciente, “o problema não está na tecnologia, mas em como o profissional a utiliza”. “A tecnologia nunca poderá substituir o olhar atento quando o paciente está contando sua história clínica nem o toque de conforto que é fundamental para o exercício de uma Medicina de excelência.”

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Foto: TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO

Para Maria Auxiliadora Benedetto, que trabalhou mais de 30 anos no serviço público como cirurgiã e clínica geral e hoje é diretora de publicações da Sobramfa, a tecnologia pode até auxiliar a dimensão humana.

“O problema é tomar tecnologia como fim e não como meio. Se a tecnologia caminha lado a lado com a dimensão humanística do ser humano, ela somente trará benefícios. Além disso, é mais importante a qualidade da escuta do que o tempo de escuta”, pondera.

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